A luta pela moradia no Brasil busca corrigir a injustiça histórica que exclui a população pobre e vulnerável, empurrando-a para as periferias das grandes cidades. Morar não é um privilégio, mas um direito. Ocupar é lutar pela dignidade de milhões de pessoas.
Assim, o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior (SINTEST/RN) declara seu apoio à Ocupação de Mulheres Anatália de Souza Melo Alves que está ameaçada de despejo já que a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) pediu reintegração de posse no dia 07 de dezembro.
Nesta segunda-feira, 11/12, aconteceu um ato pela resistência da ocupação, que conta com o apoio de mandatos, sindicatos e movimentos sociais. O Sintest/RN esteve presente através da Coordenadora Ggeral, Aparecida Dantas e da Coordenadora da Mulher Trabalhadora, Tházia Maia.
Mesmo com intimidação da polícia militar durante o ato, o movimento se posicionou pela resistência e pela permanência da ocupação.
Sobre a ocupação
Dia 25 de novembro, o movimento de mulheres Olga Benário, com apoio de diversos movimentos sociais, ocupou o antigo prédio da faculdade de economia, contábeis e atuariais da UFRN, que estava abandonado há 12 anos, sem comprimir qualquer função social. Assim originou a ocupação de mulheres Anatália de Souza Melo Alves.
O objetivo principal da ocupação é ser espaço de referência às mulheres, realizando acolhimento e proteção às mulheres em situação de violência e vulnerabilidade.
A Ocupação fica na Rua Apodi, 488 – Tirol, esquina com a Av. Prudente de Morais.

