Na manhã desta segunda-feira (03), o comando de greve da UFERSA realizou um café da manhã para servidores, estudantes e toda a comunidade acadêmica. A atividade faz parte do calendário de mobilizações e teve como objetivo esclarecer alguns pontos da greve e todo o processo de negociação com o governo.

Recentemente a FASUBRA Sindical entregou uma contraproposta ao governo, aprovada pelas bases, em que reitera a importância da recomposição salarial em índices de pelo menos 4% em 2024, 9% em 2025 e 9% em 2026, além de outros pontos, como, por exemplo, o revogaço de instruções normativas que ferem o servidor público.

Até o momento, houve 5 mesas de negociação com o governo e, até agora, as propostas apresentadas pelos negociadores da bancada do Governo, embora tenham pontos que já foram acatados pelo movimento, no geral são insuficientes para fechar um acordo nessa greve em sua plenitude.

A diretora do ANDES, Subênia Medeiros, participou da atividade e destacou a importância da greve e disse que nessa terça-feira (04) haverá assembleia dos docentes, “recomposição salarial é um direito do servidor. Isso, por si só, já é uma pauta digna da nossa greve, mas a nossa greve não é só isso. O governo ainda não atendeu a nossa da pauta do ‘revogaço’ das instruções normativas que nos calam e nos rompem, por isso que vamos seguir em luta”, destacou.

Para Kaliane Morais, coordenadora do Sintest/UFERSA e integrante do comando de greve, “essa atividade é para tentar sensibilizar, mostrar que a greve dos TAEs é forte aqui na universidade. Nós temos setores completamente parados, com exceção somente das chefias imediatas. A gente precisa fortalecer a educação como um todo. Essa greve não é só sobre recomposição salarial, mas, principalmente, para a manutenção da universidade pública, gratuita e de qualidade”, reiterou.

 

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