
Os bibliotecários reclamam que há um verdadeiro “jogo de empurra” por parte da administração central em resolver o problema. Diante disso, decidiram buscar a intervenção do Sintest que em reunião que aconteceu no final da tarde desse mesmo dia, apresentou, mais uma vez a reivindicação direta à reitora Ângela. Ela prometeu que tão logo publique a portaria das 30h na saúde, algo que deve acontecer esta semana, iniciará o mesmo estudo em relação aos bibliotecários.
O Sintest continuará atento e cobrando que o mesmo tratamento em relação a carga horária de 30h semanais, sem redução de salário, que hoje é prática na Biblioteca Central e em outros bibliotecas setoriais, se estendem à todas que são amparadas pela atual legislação.

