A assembleia da categoria foi aberta com informes sobre o cenário nacional da mobilização, registrando que 40 universidades já aderiram à greve. O dado reforça a dimensão do movimento e o ambiente de pressão sobre o governo federal.
Foi comunicada reunião com o reitor, que confirmou a instalação de Grupo de Trabalho para tratar do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) e a retomada das negociações da pauta interna vinculada à greve de 2024. Também foi informado que o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) aprovou nota de apoio à paralisação, enquanto o Conselho de Administração (Consad) deverá apreciar o tema em breve.
As falas ressaltaram a importância de ampliar a adesão para pressionar o governo a negociar. A avaliação predominante aponta para uma paralisação consistente, com potencial de vitória, especialmente diante do desgaste político que pode atingir o governo em ano eleitoral. A assembleia reiterou que a greve se sustenta no descumprimento de 17 pontos do acordo firmado no final da greve de 2024.
Durante a atividade, foi registrado um minuto de silêncio pelo falecimento do pai da Coordenadora Geral Celita Pessoa.
Encaminhamentos aprovados
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Realização da próxima assembleia (11/03) em frente ao Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), às 9h.
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Promoção de Pit Stop no dia 5 de março, às 7h30, em local a ser definido entre a entrada do Centro de Tecnologia (próximo ao Minhocão) ou a rotatória da Escola de Música. A definição será divulgada no site e nas mídias do sindicato.
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Participação no ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres, em 8 de março, na Redinha, aprovado por unanimidade.
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Alteração do calendário de reuniões do CLG, que passam a ocorrer às terças-feiras pela manhã e às quintas-feiras à tarde.
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