O corte em custeio na UFERSA foi em torno de 12 milhões de reais

Na última sexta-feira (17), os representantes dos três segmentos da universidade (SINTEST; DCE; ADUFERSA) estiveram reunidos com o Reitor da UFERSA, Prof. José de Arimatea Matos, para tratar dos cortes na educação anunciados pelo presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o reitor, a UFERSA deve funcionar só até setembro.

Após o anúncio dos cortes, muitas universidades estão com seus funcionamentos comprometidos. Na UFERSA não é diferente. Há uma grande preocupação com os custeios, principalmente dos terceirizados. O Reitor, Prof. osé de Arimatea Matos, afirmou que só tem recurso até setembro e ressaltou que em outubro haverá problema no andamentos das atividades´da instituição.  Como medida econômica, muito em breve a universidade deve propor uma mudança na rotina sobre o consumo de energia.

O corte em custeio na UFERSA foi em torno de 12 milhões de reais. Diante disso, a PROPLAN, PROAD e outros setores repensaram contratos e licitações que já haviam sidos projetados para 2019. Foi possível cortar 7 milhões, mas ainda há um déficit de 5 milhões. Os 7 milhões que foram cortados corresponde a cargos de vigilância, serviços de limpeza, novas bolsas de pesquisa e projetos de extensão.

A coordenação do SINTEST/UFERSA solicitou ao reitor a disponibilização desse estudo no site da universidade para que a comunidade fique ciente do prejuízo que o corte pode trazer para a universidade.

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