Coordenadora da Seção Sindical participa da entrega do relatório “O que querem as mulheres da UFERSA”

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Coordenadora da Seção Sindical participa da entrega do relatório “O que querem as mulheres da UFERSA”

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O mês de março é sempre marcado por atividades em alusão ao dia internacional da mulher. Este ano, o Centro de Referências em Direitos Humanos (CRDH), além de preparar uma agenda com apresentação de filme, roda de conversa, elaborou um questionário com o objetivo de compreender as principais necessidades das mulheres, bem como identificar se ocorrem práticas de tratamento desigual entre homens e mulheres, e as principais formas de violência contra as mulheres no espaço universitário. A coordenadora de administração, Maria Kaliane de Oliveira Morais, participou da entrega do relatório como representante sindical da categoria das técnica-administrativas.

O relatório apresenta dados que detalham o contexto social no qual convivem as mulheres da UFERSA, buscando identificar a ocorrência de tratamento desigual, bem como verificar a ocorrência de situações de violência, tais como assédio moral e sexual. O sentimento de segurança no campus também foi um ponto questionado.

No que se diz respeito ao quadro de servidores técnico-administrativos da instituição, a UFERSA é composta majoritariamente por homens, o que corresponde a 58,9%. As mulheres representam 41%.

A coordenadora de Administração, Kaliane Morais, reiterou a importância da creche universitária, destacando que essa é a única proposta que ainda não foi concretizada pela gestão.

“A nossa luta enquanto mãe, mulher e trabalhadora, é uma luta constante. A creche universitária foi uma proposta feita pela nossa gestão e a única até agora não concretizada, porque sabemos que existem os meios burocráticos pelos quais temos que passar. Mas o nosso objetivo enquanto sindicato, é ver estratégias que possam estruturar a universidade para dar condição a mulher, seja ela docente, discente ou técnica, a ter acesso ao trabalho e ao estudo, de maneira que não haja evasão escolar ou que a mulher venha enfrentar dificuldades porque não tem com quem deixar seu filho ou sua filha. Além disso, o sindicato está à disposição para contribuir para que os números sejam diferentes na próxima avaliação”, destaca Kaliane.

Baixe aqui o resultado da pesquisa.

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2018-04-10T22:29:07+00:00 março 12th, 2018|Notícias, Ufersa|